quarta-feira, 29 de julho de 2009

desenhos animados











A história do filme de animação começa com os primeiros momentos do cinema mudo e continua até os dias de hoje.
O primeiro desenho animado foi do Francês Émile Reynaud, que criou o praxynoscópio, sistema de animação de 12 imagens, e filmes de aproximadamente 500 a 600 imagens, projetado no seu próprio théatre optique, sistema próximo do moderno projetor de filme, no Musée Grévin em Paris, França, em 28 de Outubro de 1892.
O primeiro desenho animado em um projetor de filmes moderno foi Fantasmagorie pelo diretor francês Émile Courtet (também chamado de Émile Cohl), projetado pela primeira vez em 17 de Agosto de 1908 no 'Théâtre du Gymnase', em Paris. Courtet foi para Fort Lee, NY próximo da cidade de Nova York em 1912, onde trabalhou para o estúdio francês Éclair e espalhou sua técnica pelos Estados Unidos.
O primeiro filme de longa-metragem animado foi El Apóstol (1917) do Argentino Quirino Cristiani, mostrado na Argentina.
O segundo filme de animação foi As Aventuras do Príncipe Achmed (1926) da Alemã Lotte Reiniger e o Franco-húngaro Berthold Bartosch.

os poderosos
















The Marvel Super Heroes é uma série de desenhos animados produzida pelo estúdio Grantray-Lawrence Animation do Canadá, baseada em Quadrinhos e Personagens da Marvel Comics de 1966, apelidada no Brasil de Desenhos Desanimados da Marvel pelo fato dos desenhos serem paradões (imagens de quadrinhos animadas no processo de xerografia)[1][2] Contudo, foi uma oportunidade para muitos fãs conhecerem as histórias de Stan Lee e principalmente os desenhos clássicos de Jack Kirby, Steve Ditko e Don Heck, dentre outros, artistas de destaque da chamada Era de Prata dos Quadrinhos.
A série foi ao ar no período de 1 de setembro de 1966 até 1 de dezembro de 1966, com 65 episódios de 30 minutos cada. Estrelavam cinco super-heróis: Capitão América, Namor, Homem de Ferro, Thor e Hulk, planejados para serem exibidos um em cada dia da semana. As aventuras de cada um dos heróis tinha três segmentos, que duravam cerca de 7 minutos (foram ao todo 195 segmentos). Os segundo e terceiros segmentos apresentavam um resumo do anterior, antes de continuar com a ação, conforme era prática nas histórias em quadrinhos. A abertura possuia as famosas "musiquinhas" cujas versões dubladas ficaram muito conhecidas no Brasil como os "hinos" dos respectivos heróis. Stan Lee disse que não se lembrava da reação dos artistas envolvidos no programa, mas pessoalmente, afirmou: "I wish I could claim to have written the [theme song] lyrics, because I think they're brilliant, but alas, I didn't". (Tradução aproximada: "Eu gostaria de dizer que fui o autor dos temas musicais, porque eu os achei brilhantes.Mas não o fiz.") [3]. Outra curiosidade para os fãs brasileiros foi a locução de Léo Batista, que dublava o narrador dos episódios de Namor e outros personagens

exterminador d futuro 2







O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final / O Exterminador Implacável 2: O Dia do Julgamento (também conhecido T2, Terminator 2) é a continuação da ficção de James Cameron, O Exterminador do Futuro. É mais cara (o primeiro filme a custar 100 milhões de dólares), mais ambiciosa (uma revolução em efeitos especiais) e mais bem-sucedida (rendeu 520 milhões).
É considerada uma das melhores e mais bem-feitas seqüências de um filme hollywoodiano. Na época, a evolução nos efeitos especiais foi possível graças ao patrocínio da Pepsi, cujo investimento foi revertido em marketing pesado em algumas tomadas do filme

robocop







RoboCop (br: Robocop, o policial do futuro / pt: Robocop, o polícia do futuro) é um filme estadunidense de 1987, do gênero ficção científica, dirigido por Paul Verhoeven, e também o nome do personagem fictício principal.
No final dos anos 80, o herói cibernético se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria da época. RoboCop teria mais dois filmes, uma série de TV nos anos 90, duas séries animadas (uma no final dos anos 80 Num futuro próximo, a violência e criminalidade na cidade de Detroit atingiram índices enormes e uma poderosa empresa de segurança controla a polícia local. A mega corporação é presidida pelo "velho homem" (Daniel O´Herlihy) tendo como o segundo em comando o inescrupuloso e corrupto Richard Jones (Ronnie Cox). É dele o projeto para a construção de uma nova cidade, "Delta City", que estaria isenta da criminalidade e separada da chamada "Velha Detroit", dominada pela violência urbana. Além disso, Jones ainda comanda uma equipe científica na criação de uma poderosa máquina robótica denominada "ED-209", fortemente armada e programada para a defesa da lei através do uso de mais violência ainda, substituindo os tradicionais policiais humanos. Após o fracasso de uma exibição de simulação das ações de um "ED-209", que culminou com a morte violenta de um dos executivos da empresa, um cientista oportunista, Robert Morton (Miguel Ferrer) apresenta ao presidente seu projeto alternativo para o combate à criminalidade, constituindo-se na verdade de uma criatura mista de andróide e humano chamada "Robocop". Coincidentemente, uma série de tiras do Departamento de Polícia de Detroit, comandado pelo Sargento Reed (Robert DoQui), estavam sendo assassinados por uma perigosa gangue de traficantes de cocaína, fato que já estava motivando uma greve geral dos policiais. Nesse momento, surge um novo policial, Alex J. Murphy (Peter Weller, de "Mistérios e Paixões"), recém chegado de um distrito vizinho. Ao averiguar as ações dos traficantes, ele é emboscado juntamente com sua nova parceira, Anne Lewis (Nancy Allen, de "Carrie, a Estranha"), a qual é ferida mas sobrevive e acaba presenciando seu companheiro sendo mortalmente alvejado pelos criminosos liderados por Clarence Boddicker (Kurtwood Smith) e seus capangas Emil M. Antonowsky (Paul McCrane), Leon C. Nash (Ray Wise), Joe P. Cox (Jesse Goins) e Steve Minh (Calvin Jung). e outras duas dos anos 90), além de aproximadamente cinco Uma vez considerado oficialmente morto em ação, Murphy é ressuscitado pelo projeto "Robocop" e é transformado num poderoso policial andróide. Colocado nas ruas, ele logo torna-se popular no eficiente combate ao crime, sempre respeitando as três diretrizes de sua programação básica: servir à comunidade, proteger os inocentes e cumprir a lei. Porém, o policial do futuro Murphy tem que lidar também com o retorno gradativo de suas lembranças e memórias de quando era um homem, descobrindo que tinha uma esposa e filho, além da parceira Lewis na polícia e os eventos trágicos envolvendo a gangue de traficantes, incitando-o a descobrir a verdade de seu passado e a planejar uma vingança contra seus assassinos e o executivo corrupto da empresa, Richard Jones. O filme tem excelentes efeitos especiais, principalmente considerando sua época de produção, tanto que ganhou o cobiçado prêmio "Oscar" de melhores efeitos sonoros, e é considerado como uma das mais significativas produções de ficção científica dos anos 1980, com um roteiro interessante apresentando a visão de um futuro pessimista e obscuro, com o domínio da violência urbana e a proliferação dos interesses financeiros das grandes corporações em detrimento do bem comum. Curiosamente, o filme intercala suas ações com a apresentação de um jornal televisivo e propagandas futuristas. Num determinado momento, o jornal transmite uma notícia sobre uma revolta militar em Acapulco, no México, onde tropas americanas se aliaram aos nacionalistas mexicanos num confronto com rebeldes, numa interessante crítica social demonstrando o constante imperialismo dos Estados Unidos sobre outras nações. Já as propagandas de televisão dão destaque para jogos de guerra nuclear e o sonho de consumo na figura de um moderno carro chamado SUX 6000. "Robocop - O Policial do Futuro" tem ótimas cenas de ação e violência, mesclando elementos de ficção científica e thrillers policiais, destacando a sequência onde o robocop invade uma fábrica de distribuição de cocaína causando uma enorme carnificina com corpos voando pelos ares e disparos de potentes armas de fogo para todos os lados; a cena onde um dos traficantes responsáveis pelo seu fuzilamento é contaminado por lixo tóxico transformando-se num monstro mutante deformado pelo ácido corrosivo; e as cenas envolvendo o robô "ED-209", com sua voz gutural e sintetizada, numa máquina assassina memorável. Anos depois surgiram mais duas sequências inferiores, sem a presença do diretor Paul Verhoeven no projeto, e que pouco acrescentaram à franquia, apesar de ambas terem roteiro escrito pelo famoso quadrinista Frank Miller: "Robocop 2" (Robocop 2, 1990), dirigido por Irvin Kershner, e "Robocop 3" (Robocop 3, 1993), com direção de Fred Dekker. O segundo filme ainda foi estrelado por Peter Weller, mas o terceiro teve um novo ator no papel do "robocop", Robert John Burke. Já a sua parceira na polícia Anne Lewis (interpretada pela atriz Nancy Allen), participou de ambas as sequências, porém com aparições cada vez menores. Na segunda produção com o policial do futuro, após ele ser seriamente avariado num confronto com traficantes de drogas no final do filme original, ele agora é ameaçado de substituição por um andróide ainda mais avançado e agressivo. Já o terceiro filme, disparado o mais fraco da trilogia, o policial andróide volta-se contra a mega corporação que o criou, pois eles queriam a construção de uma nova cidade no lugar da velha Detroit, desprezando seus habitantes e tendo apenas interesses políticos e econômicos. Ambas as continuações estão disponíveis no mercado brasileiro de vídeo VHS e DVD. Além desses filmes, a franquia ainda gerou outros produtos em torno do tema entre 1988 e 1994 como revistas em quadrinhos e séries para a televisão, sendo uma delas desenho animado. E após os marcantes ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 aos Estados Unidos, o diretor Paul Verhoeven anunciou também sua intenção de trazer de volta às telas o famoso "robocop". Ele e o roteirista Edward Neumeier discutiram possíveis histórias para um novo filme da franquia, sendo uma das idéias a de que o policial futurista, que estava aposentado, seria retirado de um depósito e reativado para lutar contra o terrorismo. Assim como ocorre em dezenas de outros filmes, o subtítulo nacional (O Policial do Futuro) é desnecessário, ficando bem melhor apenas a reprodução do nome original, porém os responsáveis pela distribuição de filmes no Brasil insistem na equivocada mania de aumentar os nomes originais das produções estrangeiras que chegam em nossos cinemas e locadoras de vídeo (isso quando não alteram completamente os nomes, o que é ainda bem pior). Mas, a despeito desse fato negativo, o que realmente importa é que "Robocop" tem grandes momentos de entretenimento sendo um precursor de diversos filmes similares com policiais cibernéticos que surgiram depois, a maioria de qualidade e idéias inferiores. O filme exerce até hoje um fascínio interessante destacando-se com grande importância na filmografia moderna

transfomers











Transformers: o Filme é um filme de animação que dá continuidade ao desenho animado Transformers, marcando o fim da 2ª Temporada e o início da 3ª. Foi produzido em 1986 pela DEG Productions em parceria com a Hasbro.
O filme se passa em 2005, e marca a morte do líder Optimus Prime e de vários outros personagens principais, na batalha entre os Autobots e Decepticons na Terra. A história do longa é centrada no surgimento do mais poderoso transformer existente: Unicron. O personagem é um transformer gigantesco, com a forma de um planeta, que se alimenta de outros planetas para sobreviver. A única maneira de destrui-lo é usando a matriz de liderança autobot, conceito que não existia na série de desenho animado e foi criado para o filme. Para destruir a matriz, que havia sido passada para Ultra Magnus, e no final escolhe um novo líder dos Autobots, Rodimus Prime. Unicron reconstroi Megatron, que fora seriamente danificado após a batalha com Optimus, transformando-o em Galvatron. Os fãs os consideram dois personagens distintos, pois suas personalidades são bem diferentes, mostrando-se Galvatron, principalmente nas temporadas da série após o filme, um personagem completamente insano, ao contrário do caráter calculista de Megatron.
O filme não fez o sucesso esperado por seus produtores na época, já que a morte de vários dos personagens centrais, em especial a de Optimus Prime desagradou muito os fãs na época. Porém hoje o filme é cultuado pelos fãs da série, em especial os da chamada G1, muito pela maior qualidade do desenho em relação à série televisiva e pela trilha sonora de boa qualidade, que combinando muito bem com o filme

super herois
















Um super-herói é um personagem fictício "sem precedentes das proezas físicas dedicadas aos atos em prol do interesse público." Desde a estréia do super-herói Superman em 1938, histórias de super-heróis variando de aventuras para breves episódios contínua longos anos - Grupo sagas - quadrinhos americanos têm dominado a passagem em livros e outros meios de comunicação social.
Uma super-herói feminina é muitas vezes chamada de super-heroína. Por mais definições, personagens não têm necessidade de ter superpoderes para serem considerados superheróis.
O objetivo dos Super-heróis é, geralmente, a defesa do bem, da paz, o combate ao crime, tomando para si a responsabilidade de ser protagonista na luta do bem contra o mal.

viloes da liga


Liga da Justiça é um desenho animado sobre um time de super-heróis exibido de 2001 a 2004 no Cartoon Network. É baseado nos quadrinhos da Liga da Justiça e dos quadrinhos de seus personagens associados publicados pela DC Comics. A produção ficou por conta da Warner Bros.